Pesquisar neste blog

Do Trabalho ao Trabalhador.

Mais uma Edição das nossas transmissões semanais no Facebook, O tema desse encontro foi o trabalho e o trabalhador brasileiro.

Deixe seu filho se Frustrar


      Suportar a frustração é um dos maiores desafios que enfrentamos no decorrer de nossa vida. Ter a dimensão que ela é inevitável ajuda muito, mas nem isso diminui o nosso sofrimento quando ela chega. Essa dor é exponencialmente aumentada porque as frustrações estão ligadas a desejos e não a nossas necessidades. E existe uma grande diferença aí nesse ponto. Necessidade é tudo aquilo que realmente precisamos em nossa vida, desejo é o que necessitamos somado a uma fantasia.
    
     Cito um exemplo, tenho fome, comer é uma necessidade, logo qualquer alimento satisfaz minha necessidade. Agora, quando digo quero comer um talharim a bolonhesa, estou falando de um desejo. Fui além da necessidade, coloquei minha imaginação, criei uma fantasia que até água na boca dá. Claro que isso é uma simplificação teórica, daqui poderíamos tirar mais alguns metros de pano e alguns quilos de manga. Mas o objetivo não esse.
      Então, voltando a frustração, podemos afirmar que é justamente ela que nos molda enquanto pessoas. A maneira como vivenciamos, administramos e enfrentamos nossas frustrações nos deixa melhor a cada dia. Como isso podemos até gozar melhor nossas conquistas. Afinal, fizeram parte dela também frustrações.
       Quando um pai ou uma mãe paulatinamente evitam as frustrações de um filho, estão na verdade roubando uma parte valiosa do amadurecimento do filho. Frustrar-se com uma amizade ruim na infância, pode fazer um adulto nem confiar demais a ponto de ser vítima de um golpe, nem desconfiar sempre a ponto de nunca querer arriscar a fazer novos negócios ou novas amizades, por exemplo.
       Outro papel importe da frustração é nos livrar do tédio, pois, realizar todos os nossos desejos seria no mínimo entediante, pra não dizer profundamente enlouquecedor. Sofrer precisa fazer parte de nossa vida, para melhorarmos a cada dia. Não estou aqui fazendo apologia ao sofrimento, isso seria sadismo. Estou apenas afirmando que a frustração faz parte da vida, e esse queremos um mundo melhor com pessoas melhores precisamos conviver com ela.

A Loucura nas Redes Sociais

A Nave dos Loucos a caminho do País dos Tolos. Gravura em madeira, de 1549.
Algumas coisas ficam em nossa cabeça como sino. Um amigo Twittou sobre a depressão ao ler Foucault, achei graça e fiz um comentário tentando relacionar com a Nau dos Loucos, citada pelo autor no seu livro História da Loucura. Não sou nenhum estudioso desse controverso Filosofo. Mas lembro muito bem do apanhado que ele faz sobre como as definições dos loucos e da loucura foram se transformando com o tempo e entre as culturas.

Sua ilustração da embarcação onde os loucos fossem colocados e que vagaria sem atracar em mais nenhum porto, assim salvando o mundo dos insanos. É perfeita para nosso mundo digital. O timoneiro enlouqueceu, atracou nas redes sociais e agora nos resta apenas a lamentar os resultados.

Sem Gastar Tinta e Papel

Olá Galera, foi ao ar nossa primeira Live no Facebook. Ainda precisamos ajustar, mas vamos sempre as terças-feiras encher o saco com nossas opiniões. Lembrando que é sempre bom curtir e compartilhar nossa página. Participam comigo Everton Maciel de Porto Alegre e Germano Moura de Tersina.

Retorno....


Olá galera, bem estou lançando esse espaço para divulgar um pouco mais do que penso, leio e escrevo. Não que isso seja relevante, mas me deixa conformado. Como alguns sabem comecei um projeto em 2007, junto com alguns colegas, chamado O Blog do Capeta. Na época a ideia era ter uma opinião e um olhar diferente sobre as coisas, por isso escolhemos, na verdade escolhi, esse nome. Foram algumas coisas legais, até entrevistas interessantes.
Quem assumiu esse projeto foi meu amigo Everton Maciel, e diga-se em melhores mãos impossível. Ele como muita propriedade mudou o nome para Blog do Maciel (www.blogdomaciel.com.br). Lá estão todas as postagens desde 2007. O que estou fazendo aqui é upando as minhas postagens e tentando fazer aqui um espaço de debates um pouco diferente.
É evidente que continuo a amizade e parceria com o Everton, inclusive estamos com novidades chegando por aí. Abraço e obrigado sempre pela paciência.

Nenhum problema estético com Michel Teló

Júnior Grings, Tocantins

É evidente que o refrão da moda de Michel Teló é contagiante, ele foi escrito com essa finalidade. O moço é um bom músico, o escuto desde o tempo do Grupo Tradição. Não podemos também ignorar que o hit está pelo mundo inteiro. Entretanto, tudo acaba aí. Isso mesmo: ponto final. Nem o músico, nem a música dão uma discussão estética. O máximo que poderíamos dizer nesse sentido, é que uma parte de uma manifestação cultural foi reproduzida sem seu contexto.

Tudo bem, eu explico. Um artista vive da sua obra, ou da sua arte. Um artífice vive do seu fazer. Se preferirem, "seu fazer com arte”. Quem diferencia os dois é o tempo, única e exclusivamente. Obra de arte não pode ser efêmera. Ela precisa de história, contexto, vida e talvez até espírito. O seu produtor ou quem lhe produz, terá que expressar isso com sua técnica na obra. Mas ela só vai se concretizar como obra de arte, se isso permanecer e se construir com o tempo. Se isso não acontecer não passará de um “fazer com arte”.

Agora que vem o problema estético, ou digamos o quase-problema-estético brasileiro. A maioria dos artistas tupiniquins não consegue sobreviver sem seus estereótipos. Ser artífice ou artesão é demérito, mérito mesmo é ser artista. Indo além, a grande maioria da população brasileira não suporta a ideia de seu gosto cultural não ser por obras de arte. Ou seja, se eu não tenho um bom gosto estético, transformo o meu mau gosto em boa estética.

Mas, como eu disse antes, na arte e na estética o tempo é o senhor. Quando uma obra não tem história, contexto, vida e espírito ela cansa fácil. Precisa ser substituída, se torna efêmera. E efemeridade não dá obra de arte. Para encerrar, um mau conselho: se fosse bom eu não dava, devemos curtir muito os artífices. Cada dia mais, aliás, pois, a chance de curtimos um artista pessoalmente é baixíssima – geralmente esse título vem muito depois do seu tempo.

Quando uma luta perde o sentido?

Jr. Grings, de algum lugar no meio do mato no Tocantins

Falar sobre a obrigatoriedade do diploma para exercer a profissão de jornalista é algo, digamos, estranho. Toda a luta para defender uma ideia é justa, mesmo que a ideia não seja tão justa assim. Entretanto, essa bagunça toda perdeu o sentido. A ideia virou ideologia, o próximo passo será a criação de uma religião.

O que mantém uma ideia viva é justamente sua oxigenação, a aceitação de novas ideias, a possibilidade de construção de uma ideia melhor. Quando isso não tem espaço temos então uma ideologia, ou seja, fixamos uma ideia e tudo que for contrário deve ser repelido. O interessante desse processo é que acontece tão rápido que dificilmente percebemos.

Neste exato momento, um defensor desse protecionismo está pensando: o que isso tem haver com a questão? Simples, essa luta perdeu o sentido quando deixou de lutar pelo jornalismo e passou a lutar pelo jornalista. Se a formação acadêmica fosse um diferencial inquestionável o próprio mercado reconheceria. Entretanto, se existe espaço para pessoas com formação em outras áreas é porque o jornalismo ainda necessita dessa oxigenação na construção das duas idéias.

Uma prova de tudo isso, é que não observamos essa mesma mobilização de classe para exigir melhoras nos estabelecimentos de ensino de comunicação social. As críticas contra algumas práticas totalmente descabidas da grande mídia em coberturas sensacionalistas são muito tímidas. Também não lembro de bandeiras levantadas contra a parceria entre os meios de comunicação e os poderes municipais nos pequenos municípios Brasil a fora.

Percebam: o jornalismo tem bandeiras mais importantes, e que com maior influência a seus recebedores de notícias. No entanto, a principal luta está onde? A garantia profissional de graduado em comunicação social – habilitação em jornalismo.
Quando a luta deixou de ser pelo jornalismo e passou a ser pelo jornalista, perdeu o sentido. Logo, ...

Acreditar não é o problema

Júnior Grings, Campos Lindos - TO

Não sou contra qualquer manifestação religiosa, até acho que a religião deve ter um espaço para várias demandas do senso comum. Todavia, esse espaço deve ter limites de sanidade, tolerância e fanatismos. Sou ateu, talvez até cético, e não estou em nenhuma cruzada contra a religião, mas quero ponderar algumas perspectivas que carrego comigo.

Deus é um fenômeno metafísico – do grego meta: além, depois – além do físico, então. Com isso é pouco provável, para não dizer impossível, achar alguma explicação científica para esse fenômeno. O que não prova nada, nem o existir, nem o não existir. Simplesmente é algo que não podemos explicar. O leque aqui abre tanto para crer e quanto para não crer. Não vou comentar aqui as outras formas de crenças, com outros “deuses” ou algo em seu lugar. Se o fenômeno vai além do físico, entra tudo no mesmo saco.

Deus não é o principal pilar da religião. O principal pilar é a fé, um acreditar em (algo), isso que mantém de pé a religião. Se num acaso desses únicos do destino descobríssemos meios de provar a existência ou a não existência de deus, não acabaria a religião nem o ateísmo. A religião está acima de deus. Ela é a soma desse acreditar em (algo), de muitas pessoas. Ela é a fé.

A crença precisa ser espontânea e nenhum dos sacrifícios em prol dela deve prejudicar o andamento da vida de uma pessoa. Religião está virando uma ferramenta de massificação de soluções, ministradas por alguns insanos interesseiros. Esse movimento está tomando uma proporção assustadora e não existe nenhum movimento para combater isso. Tanto por parte dos que não crêem, quanto daqueles que crêem de maneira contida e ajuizada – felizmente ainda a maior parte. A falta de estrutura intelectual da população faz com que ela se torne refém. E os soldados do deus, a qualquer custo, estão se multiplicando. E, acreditem, eles querem chegar ao poder.

Upando comentário

Achei apropriado subir para o corpo do Capeta esse comentário. Mais de uma vez fui acusado de sonegar a participação de pessoas que discordam da opinião do nosso blog. Não é bem assim. Quando a educação mínima é mantida, costumo publicar opiniões que trafegam na contramão da nossa. Eis o exemplo daquilo dito pela estudante de Comunicação Social e Letras Liciane Brun:

"Olá. Dia desses parei nesse blog e fuçei.. bastante! Confesso que comecei a ler mais ainda quando li algumas opiniões tuas acerca do Jornalismo, e o tal empasse da obrigatoriedade - ou não - do diploma pra exercício da profissão. Sei bem que blogs são espaços completamente democráticos, por isso escreves o q escreves, e aqui tb posso explanar minha opinião sobre o q li. Discordo em muitos - muitos!- pontos, a começar pela tua descrição: gostaria que me apontasse apenas UM jornal que seja o MAIS procurado e o MAIS lido(como disseste), e que NÃO tenha um redator ou editor-chefe, formado, no Brasil. Depois de tudo que li, te faço uma pergunta, Everton... se gostas tanto de praticar o Jornalismo ( e pelo que vi, gostas), por que não escolheste te aperfeiçoar nessa área, em vez de seguir a Filosofia? Pode ser uma pergunta intrometida, mas tiraria minha dúvida sobre esse "quase recalque" de alguém que defende tanto a não obrigatoriedade do diploma, gosta TANTO da área e ainda assim não segue. Lembro aqui da frase que tu mesmo transcreveste em um texto de Marcelo Soares... "o melhor jeito de se aperfeiçoar como jornalista é estudando jornalismo". Então, simples... se gosta tanto, faça. não serão necessariamente as faculdades que te aperfeiçoarão, mas tu vais te aperfeiçoar com elas, certamente. Abraço"

Vai minha resposta

Esse é sim um espaço que pode ser julgado como democrático. Citei textos do professor Marcelo e outros que não concordam com ele. Defendemos a não obrigatoriedade do diploma desde muito antes do caso ir parar no STF. A linha de apoio do que usamos, tentando fazer uma descrição daquilo que pensamos ser um jornalista, não foi elaborada na semana passada para alguma reunião de faculdade. É um trecho do jornal A Reforma, de Poa, datado em 1870. Já citamos o texto completo mais de uma vezes e omitimos a fonte original na linha de apoio por questões de simplicidade. Quanto a pergunta que fazes, "por que estudo filosofia?", a resposta é mais simples: estudo para não fazer esse tipo de pergunta. Estudo, porque pratico um tipo de jornalismo que me permite isso. Edito áudio, vídeo, texto e não vou desaprender a fazer isso estudando filosofia. Quando vivermos num país sério - eis um golpe de esperança, ao menos - as graduações em CS deixarão de serem levadas em consideração e o jornalismo será feito de humanidade: filosofias, letras, histórias, pessoas.

Mão-de-obra

Não se faz campanha política sem mão-de-obra, ela pode ser paga ou não, mas é parte essencial do trabalho eleitoral.

Mas pessoas só podem vender algo que acreditam ser o melhor. Então, na hora de selecionar as pessoas para trabalhar é preciso ter esse cuidado. As pessoas precisam conhecer as propostas do seu candidato e acreditar nelas.

Cabos eleitorais precisam estar afiados e treinados e, para tal, precisam ter qualidades. Boa conversa, tranquilidade, postura e educação.

Bons cabos eleitorais percebem logo o eleitor que está suscetível a mudar o voto, ou está indeciso, perder tempo com pessoas convictas é desnecessário. E, ao mesmo tempo, bem convidativo aos que estão defendendo um candidato com a emoção.

Por isso, é bom sempre monitorar as pessoas nas ruas e orientar, mesmo aquelas que estão ali por amor.

Novo vs. Experiência

Muitos candidatos são traídos por esse duelo, e fazer uma avaliação equivocada desses dois conceitos praticamente tira as chances de uma candidatura decolar. Temos a necessidade de ter presente que toda campanha política tem como pressuposto algum tipo de mudança. As pessoas têm a oportunidade de mudar, e realmente querem fazer isso. Talvez isso seja o grande mérito da democracia: se errar em uma escolha, temos a oportunidade de mudar logo ali na frente, e não precisaremos esperar muitos anos, ou até mesmo gerações como em alguns outros sistemas políticos.

Aí vem o pulo do gato, as pessoas querem mudança, mas, querem sentir segurança. Segurança que é sempre a marca da experiência. Um candidato precisa passar segurança aos eleitores. Segurança para fazer as mudanças necessárias, sem comprometer o que está andando.

Nunca esqueçam: grandes políticos em suas esferas nunca podem ser declarados fora do páreo. Eles já realizaram obras que beneficiaram diretamente alguém, e esse alguém sempre conhece outro alguém.

Nosso candidato precisa ter algo novo a oferecer, mas sempre com a segurança de alguma experiência, que às vezes pode simplesmente ser o aval de algum grande político.

Qual o estilo ideal para um bom babaca?

Nesse campo, algumas discussões sempre vêm à tona. Alguns defendem o velho terno, outros que o candidato não deve ser almofadinha, alguns querem um candidato camaleão. Enfim qual é o estilo certo?



Bem óbvio que o candidato deve ter um comportamento relacionado com cada ocasião, entretanto, não deve ser transformado nunca em um camaleão. Devemos é analisar bem o perfil do nosso candidato, o cargo que ele está concorrendo e os meios que queremos inseri-lo.



O estilo do candidato deve ser pensado e discutido. A opinião dele deve ser levada em conta sempre, porque acima de tudo ele deve estar à vontade dentro do estilo proposto. Tenho algumas regras para esse tema:



Trajes: O candidato deve ser notado sempre, mas não por extravagâncias, principalmente em seus trajes.



Botons e adesivos de peito: aceitável, mas apenas um. Parecer árvore de natal só em dezembro, as eleições são em outubro.



Limpeza das roupas: O candidato precisa mostrar que mesmo no suor do trabalho mantém a aparência, sujeira na roupa chama atenção de longe principalmente para as mulheres.

Anfitrião: Regra básica de qualquer protocolo, a pessoa mais importante do evento é o anfitrião, nunca, mas nunca, pense diferente disso.



Classe e educação:
Você está sendo avaliado todo o tempo por alguém, portanto, seja educado e tenha classe.

Humildade: Principalmente para cumprimentar as pessoas.



Naturalidade: O candidato deve ser sempre o mais natural possível, maquiagem é muito válida, mas ela precisa parecer natural.



Elegância: Cada evento ou situação exige uma elegância específica, se não souver como as pessoas estarão vestidas em determinada ocasião, pergunte antes, não tente adivinhar.



Vamos voltar a esse tema, quando escolheremos o nosso candidato, e darmos início a elaboração da sua campanha.

Escolhendo o babaca

Não é qualquer babaca que pode ser um candidato com chances de se eleger, essa pessoa deve ter algumas qualidades. Não se preocupem, não tem nada haver com ética, propostas, ideais revolucionários, nada disso.

Nosso babaca deve ser ou ter:

Alguma inserção social – mais isso pode ser providenciando com algum tempo antes da campanha;

Capacidade de captação de recursos – é necessário ter pessoas dispostas a apostar dinheiro na candidatura do babaca, pessoas com dinheiro a procura de um babaca para apostar também funciona;

Acreditar nas próprias propostas – isso é extremamente necessário, mesmo que ele não tenha propostas, ele deve ter capacidade de acreditar nas propostas que as pessoas dispostas a apostar dinheiro na campanha dele vão lhe dar.

Todo o resto vai ser nosso trabalho de moldar, montar, planejar e organizar.

Considerações iniciais

Para começar nossa série, é necessário uma pequena introdução sobre princípios básicos de uma campanha e sua publicidade. Não sou nenhum doutor no assunto e, possivelmente, muitos profissionais bons podem ser encontrados com mais conhecimento no assunto. Entretanto, relatarei aquilo que acredito ser realmente válido. Um site que recomendo para quem quer aprofundar no assunto é o Política para Políticos.

O marketing político tem muito mais semelhanças do que diferenças do marketing de produtos, no entanto, as diferenças são muito mais significativas. Por isso, para eleger um babaca precisamos ter isso bem em mente. Nosso papel é vender um ideal, uma esperança, um sonho e não uma garrafa de refrigerante.

Outro conceito que é importante, é que em toda campanha política duas coisas sempre faltam. Dinheiro e tempo. Eu disse sempre faltam, em qualquer campanha que seja. Por mais dinheiro que um candidato tenha disponível, no momento crucial da campanha – as duas últimas semanas, faltará fundos em alguma área ou atividade que precisa ser executada. O mesmo acontece com tempo, aqueles compromissos e visitas adiados no início da campanha acumularão de tal forma no desfecho eleitoral que às 24 horas diárias parecerão 4 ou 5 horas.